O SUS abrange todo o território brasileiro e atende a uma demanda gigantesca de pessoas em todo o país. Hospitais, laboratórios, secretarias e postos de saúde desenvolvem suas atividades levando mais bem estar e qualidade de vida para a população.

Muitos programas e ações giram em torno dos serviços de saúde. O que envolve um grande número de servidores públicos, e milhões de cidadãos que se beneficiam da saúde pública.

Junto disso, documentos, e uma enorme quantia de informações e dados são gerados a todo instante. Envolvendo diversos patamares da administração pública de saúde do país.

Essa situação acarreta em uma série de desafios para a administração pública na área da saúde. Os principais deles são;

Falta de registros completos;
Desconhecimento do perfil do público de cada região;
Dificuldade no controle de ações;
Dificuldade no controle de dados;

É necessário pensar em formas de prover uma gestão eficiente, com organização e controle total das ações desenvolvidas. Se perguntando como fazer isso de forma prática?

A verdade é que a tecnologia acaba se tornando essencial para que bons resultados sejam possíveis. Afinal de contas, ela promove a automação de muitos processos, centraliza informações, gera relatórios para análise do gestor, e muito mais.

Neste material você vai conferir um guia completo para garantir uma gestão eficaz e completa dos serviços de saúde desenvolvidos pela sua secretaria. Desde o atendimento ao cidadão, até a gestão de dados e informações.

Quer transformar sua gestão pública de saúde? Então continue sua leitura:

Mais segurança e autonomia à gestão da Assistência Social

Por que contar com a tecnologia é importante?

A tecnologia melhorou e facilitou diversos processos que, antigamente, aconteciam de forma mais lenta e ineficiente. Todos os processos, contavam com a impressão de papéis em pilhas e pastas pesadas. Isso tudo já não se faz necessário.

Automação, agilidade e otimização. Estas três vantagens melhoram seus resultados de forma instantânea quando utilizamos tecnologia em nossos processos. Principalmente porque toda a informação fica armazenada em nuvem e com fácil acesso de forma organizada.

Dentro de uma secretaria da saúde, a tecnologia entrega ferramentas que auxiliam o gestor na tomada de decisão, tais como:

Métricas e indicadores para análise;
Integração de dados;
Informatização de escritórios;
Humanização e agilidade nos atendimentos;
Automação através de softwares;
Integração de informações com prestadores de serviços de saúde da iniciativa privada;

Entenda como cada um dos pontos acima é um pilar na gestão, no controle e na organização da gestão pública da sua secretaria da saúde:

Conte com métricas e dados para análise em sua secretaria se saúde

Acompanhar e medir a qualidade da sua gestão é essencial quando se quer ter mais controle em uma gestão.

Para isso, é preciso criar parâmetros capazes de traduzir a rotina das ações desenvolvidas pela sua secretaria da saúde.

Existe uma série de possibilidades e informações, que devem ser medidas para a criação de indicadores de qualidade da saúde pública. Entre elas deve-se considerar principalmente:

  • Mensurar resultados em relação ao tempo, chegando ao desempenho, que ajuda a melhorar o atendimento em serviços públicos; 
  • Estabelecer uma análise crítica dos resultados obtidos de acordo com a metodologia de que o trabalho é desempenhado para melhorar os processos de tomada decisão; 
  • Planejar o controle do desempenho de forma a aumentar continuamente os processos organizacionais; 
  • Comparar o desempenho da organização com o desempenho de diversas outras organizações  da mesma área para estabelecer parâmetros de qualidade média.

Criar indicadores de qualidade pode parecer um grande desafio aos gestores públicos. Porém, mesmo que o início seja trabalhoso, com o encaminhamento das ações a qualidade será visível e possível de ser aumentada em larga escala.

 

Através do controle e análise de dados, acontece a melhora do trabalho e otimização dos recursos de sua secretaria de saúde pública.

Contar com a automação de um sistema de gestão pública de saúde, torna a análise dos indicadores facilitada. Através do IDS Saúde, é possível fazer a gestão e exportação de diversos dados.

Confira alguns dos dados que o sistema IDS Saúde exporta ao Ministério da Saúde:

São informações quantitativas dos atendimentos prestados nos ambulatórios.

Os dados transcritos no sistema BPA MAGNÉTICO são importados para o sistema SIASUS, onde são processados e validados.

RAAS – Registro das Ações Ambulatoriais em Saúde
É um documento de Autorização de Internação Hospitalar (AIH) hábil para identificar o paciente e os serviços prestados sob o regime de internação hospitalar e fornecer informações para o gerenciamento do Sistema de Informação Hospitalar.
Sistema em conformidade com as fichas do e-SUS AB, centraliza todas as fichas dos cidadão que utilizam os serviços do SUS.

O Sistema é essencial para desenvolver, reestruturar e garantir a integração desses sistemas, de modo a permitir um registro da situação de saúde individualizado por meio do Cartão Nacional de Saúde.

Possibilita aos gestores do programa uma avaliação dinâmica do risco quanto à ocorrência de surtos ou epidemias, a partir do registro dos imunos aplicados e do quantitativo populacional vacinado, que são agregados por faixa etária, em determinado período em uma área geográfica.

Por outro lado, possibilita também o controle do estoque de insumos necessários para distribuição.

É a consolidação dos dados nacionais de posição de estoque, entradas, saídas, avaliações e dispensações realizadas pelos estabelecimentos de saúde dos Municípios, Estados e Distrito Federal para os medicamentos padronizados na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), e do Programa Farmácia Popular do Brasil.
 

Integração de dados na saúde pública

A saúde pública acontece em vários órgãos diferentes. Temos hospitais, postos de saúde, UPAS, secretarias da saúde e muito mais. Para que todas estas instituições consigam desenvolver seu trabalho, existe uma demanda e uma geração de informações gigantesca.

Durante anos, todos os dados e documentos ficaram registrados em papéis. O que complicou bastante a gestão e controle da gestão de forma geral. A integração de dados mudou esse jogo.

A integração de informações é um diferencial para as gestões públicas. Esse é um benefício que permite que todos os médicos, enfermeiras e agentes de saúde de toda a sua secretaria da saúde, desenvolva um atendimento mais eficaz ao público.

A centralização dos cadastros e informações de atendimento, torna todo o atendimento feito mais ágil e eficiente. Desde o atendimento administrativo, até o atendimento médico, feito em prol do cidadão.

Conheça os principais benefícios da integração de dados:

Para um bom fluxo de atendimento, é importante que os agendamentos e encaminhamentos sejam feitos por um sistema integrado.

Dessa forma é possível garantir que eles estejam completos e padronizados.

Quando isso ocorre, o registro, acompanhamento e direcionamentos dos atendimentos e pessoas se torna simples e organizado.

Fazer a gestão dos atendimentos também é importante para que o número de pessoas atendidas pelos órgãos públicos seja comprovado.

Independente de qual seja a especialidade, para registrar e comprovar os custos que demanda o município.

Um sistema integrado permite o cruzamento de dados, dando ao gestor a possibilidade de ver todas as atividades desenvolvidas pela saúde pública, de um panorama completo.

Também, existe a possibilidade de compartilhar as informações da sua secretaria de saúde de forma precisa e integrada com os demais órgãos de saúde do município, como Consórcios de Saúde, UPA’s, Farmácias Públicas e Laboratórios de Análises Clínicas. Isso de forma segurança e confiável.

Cadastros são feitos apenas uma vez e ficam disponíveis para todos os órgãos que utilizam IDS, na Saúde Municipal.

O mesmo acontece com os prontuários eletrônicos. Dessa forma, o médico que atende o paciente tem acesso ao histórico dele.

Isto facilita o diagnóstico e alerta o médico de possíveis alergias ou problemas congênitos da saúde do paciente.

Quando todas as partes envolvidas no seu sistema de gestão de saúde têm acesso às informações de forma fácil, o retrabalho é evitado e suas operações são otimizadas.

As informações dos pacientes ficam salvas já no primeiro contato com seu sistema, assim como todo o auxílio prestado.

Precisão na tomada de decisão, rapidez nos processos e controle de ações, trazem uma lista imensa de benefícios.

As vantagens beneficiam o gestor, os profissionais que trabalham na sua secretaria da saúde e os pacientes que usufruem dele.

As visitas domiciliares são uma parte muito importante do desenvolvimento de estratégias de atendimento e planejamento da saúde pública)

A visita domiciliar realizada pelos agentes comunitários de saúde possibilita controlar e garantir um atendimento completo a toda a população.

A informatização nas visitas domiciliares, só acontece de forma eficiente, quando o agente possui acesso às informações dos outros órgãos de saúde pública. Assim, este profissional consegue atualizar o registro de cada paciente e família.

Como resultado, o gestor consegue acompanhar quais serviços são mais requisitados pela população, o número de pessoas que dependem do sistema público de saúde, e outras informações importantes.

Níveis de atendimento a saúde pública

A saúde pública do Brasil conta com diversos tipos de atendimento que vão desde a prevenção de doenças até a cura delas.
A gestão de tantos tipos de atendimentos e serviços exige que seja estabelecida uma estratégia eficiente.
Por essa razão, a fim de garantir que todo o processo funcione da melhor maneira possível, os atendimentos são divididos em 3 níveis.
Essa divisão acontece porque o Brasil segue as linhas definidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O que significa que o SUS tem seus atendimentos divididos em três níveis de atenção: primário, secundário e terciário.
Para cada tipo de atenção e atendimento a saúde, se faz necessária uma estratégia que garanta organização e facilite o atendimento ao público.
Confira quais são estas estratégias e como funciona cada nível de atendimento.

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Primário

O nível primário de atenção à saúde tem como objetivo o atendimento inicial. Ou seja, de casos mais simples ou até mesmo com objetivos preventivos.

Este nível não dispõe de tratamentos muito complexos,e é realizado pelas UBS (Unidades Básicas de Saúde).

Nestas unidades são oferecidas vacinas, marcações de consultas, procedimentos básicos e alguns exames mais comuns.

É através deste nível que diversas campanhas são desenvolvidas, que promovem a prevenção em comunidades, como vacinas da gripe aplicadas na população em escolas ou centros comunitários.

Campanhas de combate a Dengue, também são consideradas parte do nível primário.

Secundário

No nível secundário os atendimentos costumam acontecer nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) ou até mesmo em ambulatórios e hospitais que oferecem atendimento de emergência.

Nesse caso a complexidade é maior que a do nível primário, mas ainda não como a do terciário.

O paciente necessitava de um atendimento rápido, mesmo que não seja um caso complexo.

Quando um caso no atendimento primário parecer mais complicado, o paciente é encaminhado para um especialista no nível secundário.

Terciário

O nível terciário é o mais complexo de todos. Isso porque ele conta com procedimentos e situações mais complicadas.

Os atendimentos feitos neste nível acontecem em grandes hospitais, com equipamentos mais avançados.

Cirurgiões são os principais profissionais atuantes no nível terciário, uma vez que os casos são mais complexos.

Isso porque no nível terciário de atenção à saúde as enfermidades apresentam riscos graves contra suas vidas.

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Estratégias para os três níveis de atendimentos

O sistema de organização em três níveis gradativos de atenção à saúde estabelece um sistema de triagem bastante eficiente para o SUS.

Dessa forma os pacientes são encaminhados de um nível para o outro, dependendo da necessidade de cada tipo de atendimento.

Para garantir que o gerenciamento aos pacientes aconteça com sucesso, é necessário que o gestor aplique estratégias eficientes.

As melhores estratégias a serem colocadas em prática nos 3 níveis de atendimento à saúde:
• Padronize os tipos de atendimento nos três níveis;

• Aposte em um atendimento humanizado;

• Capacite todos os envolvidos na saúde pública do seu município;

• Distribua sua equipe corretamente entre as unidades de saúde, levando em conta os níveis de atendimento;

 

Conte com um sistema de gestão

Uma gestão pública não pode ser vista como uma empresa, já que a prioridade são os cidadãos, e não a monetização, mas adotar processos que dão certo dentro da administração de um órgão privado é sempre uma boa ideia.

Por isso há, claramente, a necessidade de transição da administração pública do modelo burocrático a um sistema gerencial que seja mais compatível com a contemporaneidade.

Pode parecer difícil quebrar essa barreira, mas é necessário.

Em tempos em que há uma demanda crescente de serviços, a redução de verbas, um cenário econômico instável e a cobrança cada vez mais ferrenha sobre a administração, traçar estratégias para melhor aplicar os recursos é praticamente imperativo.

Os benefícios da implantação de um software na gestão pública de saúde são capazes de melhorar os resultados em altos níveis. 

Se o seu governo ainda não adotou um software de gestão, e você acha que é muito oneroso dar esse passo à frente, preparamos esse material para desmistificar essa percepção.

Continue acompanhando para saber quais são os primeiros passos para implantar um sistema de gestão.

Cidades inteligentes

A escolha do software

Computação em nuvem

CIDADES INTELIGENTES

O conceito de cidade inteligente vem do inglês, smart cities, para designar os municípios que usam a tecnologia para melhorar sua infraestrutura e tornar os centros urbanos mais eficientes e melhores para se viver.

O enfoque atual é na cidade criativa e sustentável, que faz uso da tecnologia em seu processo de planejamento com a participação dos cidadãos.

Uma cidade inteligente tem, em geral, melhores processos no que diz respeito a mobilidade, transparência, organização, além de uma melhor performance administrativa e auxílio na prestação de contas.

Em comum, todas elas utilizam softwares de gestão especializadas em administração pública.

A escolha do software

O primeiro e mais importante passo para migrar sua gestão pública para um patamar tecnológico, é a escolha correta das ferramentas que serão utilizadas, a começar pelo software.

Um governo apresenta questões muito complexas, diversos departamentos que precisam estar interligados, serviços muito específicos — tanto internos quanto disponíveis à população –, além de um quadro de funcionários muito amplo, com graus de instrução e formações muito distintas.

Por isso, escolher um software que esteja alinhado a todas essas necessidades é o básico para o sucesso  nessa mudança de modelo de gestão, que significará alterações expressivas nas rotinas governamentais, otimizando os processos.

Indicamos aqui que o sistema de gestão siga o modelo de cloud computing, ou computação em nuvem, e o motivo vamos revelar a seguir.

Computação em nuvem

Um sistema do tipo cloud computing é aquele que fica armazenado na nuvem, ou seja, na internet.

Suas vantagens são inúmeras:

  • É acessível de qualquer lugar, inclusive de dispositivos móveis
    Uma gestão pública armazena uma série incontável de dados: arquivos PDFs, tabelas, documentos, em uma enorme gama dos mais diversos formatos. Ter acesso a todos esses dados onde quer que esteja, facilita muito aos gestores que estão sempre longe das repartições físicas de escritório, e precisam acessá-los de qualquer lugar.
  • É mais seguro
    É sabido que entre as prioridades de uma gestão pública está a segurança nos dados gerados. Imagine o tamanho do estrago de ter um banco de dados de cadastros, vazado. Guardar tamanha quantidade de dados com segurança é um dos desafios da era digital. E por mais que o senso comum tenha medo de dados armazenados na nuvem, hoje em dia a questão segurança evoluiu muito para esse tipo de armazenamento, e segurança é um item já entregue pelo fornecedor.
  • Redução de custos
    No sentido de um grande volume de armazenamento de dados, a cloud computing salva o usuário de sua falta de espaço. Mais do que isso, é mais barato do que o armazenamento em máquinas que, quanto mais espaço em memória, maior o seu custo. E quanto mais máquinas, maiores são os gastos em TI. Para se ter uma ideia, a estrutura necessária para manter um servidor local necessita de estrutura com recursos como no-break, ar condicionado, gerador de energia, link de internet, firewalls, switch, servidores, storages, softwares de balanceamento que garantam a alta disponibilidade. Na nuvem, são necessários apenas computadores e dispositivos móveis conectados à internet.
  • Melhor performance
    Os sistemas desenvolvidos em cloud computing são, em geral, bem mais leves, rápidos, e isso resulta em melhor performance e menos problemas.

Mais comodidade para os cidadãos
Em tempos em que a transparência é exigida legalmente às gestões públicas, ter um sistema em cloud computing significa ter todos os dados disponíveis na internet. Além disso, como pode ser acessado de qualquer lugar, os cidadãos poderão resolver várias situações de sua casa, utilizando seu equipamento, sem a necessidade de se deslocar até uma repartição pública, consultar um funcionário e enfrentar filas. Outro benefício é que alguns cadastros podem ser preenchidos apenas uma vez e acessados de diversos departamentos, como Saúde e Ação Social, por exemplo.

Migração de dados

Agora que já falamos sobre a escolha do software e as vantagens da computação em nuvem, é o momento de entrar no assunto que mais amedronta os gestores que estão pensando em fazer o upgrade de gestão burocrática para a digital: a migração de dados.

Já tocamos no complexo assunto do volume de geração de dados de uma administração pública, e digitalizar tudo que está físico pode parecer uma dor de cabeça sem fim.

A mensagem que queremos deixar nesse momento é: VALE A PENA.

Para isso deixamos algumas sugestões que podem ser bastante pertinentes no momento de adotar um sistema de gestão e fazer essa migração. Confira quais são os passos:

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Faça reuniões

A migração de dados vai envolver boa parte dos funcionários, por isso é importante se reunir com todos para explicar o processo e a importância de se envolver com ele.

Selecione pessoas para gerenciar o processo

Em geral, as empresas desenvolvedoras oferecem uma equipe especializada em implantação, no entanto esse pessoal precisa da ajuda dos funcionários para fazer essa migração de dados. Separar alguns funcionários para serem responsáveis pela missão de gerenciar o processo é um atalho para resolver gargalos.

Estabeleça um cronograma

Com uma equipe especialista, o auxílio das equipes, e tudo o mais muito bem alinhado, é hora de estabelecer um cronograma de execução, com tarefas e prazos. E é justamente para cobrar o cumprimento desse cronograma que é necessário estabelecer a hierarquia descrita no tópico anterior.

Tenha um bom link de internet

Para o bom funcionamento de um sistema em nuvem, é imprescindível um link de internet de excelente qualidade para a transferência de dados.

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Aplicabilidade

Depois de instalado, chegou o momento de aplicar todos os benefícios que um software de gestão pública pode oferecer.
Para que ele funcione de forma eficiente, será preciso quebrar algumas barreiras, a maioria delas humanas.
Primeiro, avalie toda a equipe de servidores. Provavelmente será necessário alguns remanejamentos de funções com o intuito de descomplicar os processos mais complexos. São eles, os funcionários, que provavelmente serão os mais resistentes ao processo.
Por isso, oferecer treinamentos e suporte até que eles se familiarizarem é sempre uma boa ideia.
Essa resistência deve durar até que eles entendam todos os benefícios e facilidades que esse sistema trará dentro das rotinas, modernizando e melhorando os processos.
Depois, informe a população através de campanhas para que elas tenham o hábito de utilizar o sistema ao invés de procurar os departamentos pessoalmente.
Com os cidadãos, esse processo de transição é mais tranquilo, já que eles sentem os benefícios desde o início da implantação.

Conheça todos os benefícios da tecnologia na administração pública de saúde.

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Atendimento Humanizado

A gestão da saúde pública no Brasil conta com uma amplitude muito grande, e atende um número gigantesco de pessoas.

Quando o assunto é saúde, as pessoas atendidas costumam se encontrar em uma situação delicada. E justamente por isso é necessário desenvolver um atendimento humanizado.

Para que a secretaria da saúde do seu município ofereça um atendimento humanizado, coloque algumas ações em prática. Elas são:

A personalização do atendimento significa atender cada indivíduo levando em conta sua situação.

Justamente por isso, é importante apostar em softwares que forneçam dados junto do histórico de atendimento do indivíduo.

A partir disso, o atendente está preparado para atender cada cidadão, levando em conta sua condição atual.

Além disso, nesse momento é fundamental que o atendente busque se adaptar ao perfil da pessoa sendo atendida.

Respondendo de acordo com o ritmo de fala dessa pessoa, e se adaptando a linguagem utilizada por ele.

O atendente deve ouvir atentamente a pessoa e seu problema, possibilitando que a solução oferecida seja a mais assertiva o possível.

Diversas situações podem fazer alguém perder a paciência, e até mesmo se sentir mal tratado.

Portanto, sempre se preocupe em atender as pessoas e ouvir seus problemas. Sempre de forma rápida, resolvendo de fato o problema desta pessoa.

Para isso, algumas práticas são importantes:

Respeite o tempo que o paciente tem disponível para o atendimento;
Ofereça diversos canais para conversar com o paciente (Lembrando de sempre respondê-lo);
Treine a equipe constantemente, para alcançar agilidade e eficiência, sempre prezando pelo atendimento humanizado.

Empatia significa “colocar-se no lugar do outro”. E isso é essencial para garantir um atendimento humanizado. Principalmente falando de secretarias da saúde.

Os atendentes devem ter a habilidade de perceber o outro, sem que ele precise dizer algo acerca de sua situação emocional ou afetiva. Mas principalmente, se colocar no lugar da pessoa.

O principal foco do atendimento humanizado é o relacionamento, logo, é essencial que exista diálogo entre a pessoa e o atendente da secretaria de saúde.

O profissional de atendimento precisa escutar com atenção, registrando cada detalhe das reclamações e dúvidas dos clientes.

Esse processo ajuda a traçar soluções mais rápidas e eficientes para cada situação.

Esta é outra habilidade muito importante em um atendente, a fim de oferecer um atendimento humanizado.

Um profissional de atendimento precisa estar atento para oferecer soluções completas, levando em conta as necessidades de cada situação e sua atual conjuntura.

Se o cidadão possui alguma dúvida, esta pessoa deve ser proativa para encontrar a resposta quando não tiver, ou chamar quem precisa ser chamado.

Proatividade também significa adiantar processos e mapear possíveis riscos para alcançar um atendimento realmente efetivo.

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Tecnologia e autoatendimento

A tecnologia mudou muitas coisas, e dentre elas, o modo como as pessoas interagem. Partindo disso, o autoatendimento se tornou uma realidade, e pode ser implantada de diversas formas em sua secretaria pública de saúde.

Um atendimento humanizado, deve pensar sempre em melhorar e facilitar a vida do cidadão. E o autoatendimento, junto de outros aplicativos, pode garantir isso.

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