03/09/2018

O setor público já sabe bem,  tanto que é uma prática rotineira, principalmente no período eleitoral: medir a satisfação dos cidadãos é um bom termômetro para saber como anda a gestão.

O privado também conhece as métricas, e não é de hoje. Afinal, não há como gerenciar o que não se mede. Neste caso, são utilizados outros indicadores, os que visam a lucratividade.

Nisso, o setor público é parecido com o privado: utilizar indicadores econômicos para otimizar as verbas e repasses. Essa é, inclusive, uma tendência: administrar o setor público como se fosse uma empresa privada.

No entanto, são os indicadores de qualidade que, por fim, vão fazer uma grande diferença para todos os gestores públicos.

Eles parecem mais complicados de serem criados e medidos, já que servem para avaliar questões como transparência e eficiência em diferentes esferas da governança, e o grande desafio é encontrar parâmetros, já que para isso não existe uma fórmula pronta.

Este artigo fala sobre como criar indicadores de qualidade para o setor público.

Continue nos acompanhando e entenda por que medir a qualidade da sua gestão é tão importante.

Métricas para quê?

Cada setor público tem as suas especificações, por isso é preciso criar parâmetros capazes de traduzir a rotina desse órgão.

Há uma série de possibilidade do que será medido para a criação de indicadores de qualidade, entre elas: mensurar resultados em relação ao tempo, chegando ao desempenho, que ajuda a melhorar o atendimento em serviços públicos; estabelecer uma análise crítica dos resultados obtidos de acordo com a metodologia de que o trabalho é desempenhado para melhorar os processos de tomada decisão; planejar o controle do desempenho de forma a aumentar continuamente os processos organizacionais; comparar o desempenho da organização com o desempenho de diversas outras organizações  da mesma área para estabelecer parâmetros de qualidade média.

Diretrizes e metodologias

Para criar essas diretrizes e metodologias, a primeira coisa é definir o que será medido e quais as informações necessárias para essa avaliação.

Depois, como se trata de uma métrica, é preciso ter um objeto comparativo ou referencial para que os resultados sejam medidos.

Por fim, será possível descobrir como chegar à informação necessária.

E para melhorar o que está sendo medido, é possível a implementação de programas de qualidades, que podem variar de acordo com o objetivo de cada setor.

Paralelamente, outras ações podem ser determinantes para o sucesso dos indicadores, como: identificar o conceito de qualidade dentro da organização; determinar os objetivos dos grupos em relação a qualidade e se eles estão sendo alcançados, para avaliar a capacidade gerenciamento de processos na gestão;  identificar, dentro das estruturas (sociais, políticas, culturais) o que pode intervir no sucesso do programa de qualidade.

O que pode me ajudar?

Como já foi dito anteriormente, criar indicadores de qualidade pode parecer um grande desafio aos gestores públicos, mas, por mais que o início seja trabalhoso, com o encaminhamento das ações a qualidade será visível e possível de ser aumentada em larga escala, ajudando inclusive nos outros indicadores comuns, como os de satisfação do cidadão e financeiros, como a melhora do trabalho e otimização dos recursos.

Diante de beabá para a criação de indicadores de qualidade, você deve estar se perguntando em quais ferramentas podem ajudar neste processo, e é claro que os órgãos que utilizam um software de gestão pública terão muito mais facilidade de reunir as informações necessárias para alimentar as métricas.

Se você ainda não conhece o IDS, solicite uma demonstração e entenda por que ele pode ser um grande parceiro no momento de colocar em prática essas estratégias.

E se a sua administração já utiliza indicadores de qualidade, compartilhe conosco a sua experiência.

Esperamos pelo seu contato!

Indicadores no setor público: como medir a qualidade?

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