09/07/2021

Gerir um município é sempre uma tarefa desafiadora. Para facilitar esse processo e fazer a gestão ir ainda mais longe é que surgiu o conceito de Cidade 4.0, que consiste no uso da tecnologia para mapear o município, criando um banco de dados eficiente e inteligente.

Hoje, quem utiliza o sistema são cidades inteligentes, que aproveitam ao máximo a integração da tecnologia com a infraestrutura, tornando-se referência mundial em eficiência na gestão pública e na garantia de qualidade de vida para seus cidadãos.

Por ser o que há de mais moderno ao se falar em gestão, buscar o modelo de cidade 4.0 implica em ter, por definição, a digitalização dos dados a serviço da administração e, consequentemente, facilitar a busca por estatísticas sobre as quais se quer trabalhar.

Para que o conceito fique mais claro, vamos imaginar um cidadão comum. Ele faz uso da educação pública, do sistema de saúde pública e de oficinas, oferecidas pelo Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) da cidade em que vive. Em cada um desses locais ele possui um número e um cadastro.

Continue imaginando agora que o CRAS necessite de um dado da Educação para fazer uma melhor avaliação desse indivíduo. Geralmente, o órgão necessita de uma longa espera até receber a resposta da outra pasta. 

Agora, imagine a mesma situação, mas com todos os dados interligados por uma tecnologia capaz de unificar de forma inteligente em um único sistema todas as informações.

O resultado disso é o que compõem as cidades 4.0.

Em outras palavras, cidades 4.0 são parte do caminho para a criação de uma cidade inteligente, em que o uso da tecnologia em municípios propicia o melhor conhecimento da população para a aplicação de iniciativas sustentáveis, práticas e eficientes.

Por que investir em uma cidade 4.0?

A efetividade de uma cidade 4.0

Por que investir em uma cidade 4.0?

Assim como serviços de emergência precisam dar uma resposta rápida, qualquer demanda que envolva o desenvolvimento de uma cidade, também. Usufruir da tecnologia para isso é um diferencial enorme.

Com a integração de dados oferecida por uma cidade 4.0, os serviços ficam otimizados, já que as informações de diferentes setores e secretarias municipais estarão em uma plataforma inteligente, onde poderão ser correlacionados.

Hoje há softwares específicos para isso e que se tornam parcerias tecnológicas necessárias para a gestão.

Para se ter uma ideia da importância disso, em 2019, as tecnologias 4.0, que devem revolucionar o modo de viver nos municípios, foram tema de debate do mais importante evento de Smart Cities da América Latina, o Smart City Expo Brasil, em São Paulo.

E contar com toda essa tecnologia na administração pública não significa desumanizar os processos. Pelo contrário, os dados cruzados e otimizados das cidades 4.0 permitem conhecer ainda mais as pessoas nas realidades específicas a que pertencem e atendê-las com muito mais empatia, cuidado e humanidade.

A efetividade de uma cidade 4.0 com ferramentas e sistemas de gestão

Por meio de ferramentas tecnológicas, o gestor pode ser capaz de cruzar índices atualizados e locais que digam respeito à realidade da localidade ou situação analisada.

O modelo favorece a transparência e a tomada de decisões, com a integração de todas as áreas da prefeitura.

Os programas ainda podem estar pré-alimentados com bases de dados conhecidas. O IDS Saúde, por exemplo, possui o certificado atualizado da Sociedade Brasileira de Informática de Saúde (SBIS) no Módulo Atendimento. 

Isso garante que o funcionamento, a base de dados e as informações novas cadastradas sejam seguras e eficientes, devido aos protocolos técnicos e inteligentes.

Nesta época de pandemia, uma base de dados única permite um conhecimento melhor do paciente com covid-19 e o monitoramento dos casos. Se já for usuário do sistema público, as alergias, o histórico, comorbidades ou não, estarão todos cadastrados, o que facilitará ao médico a escolha e aplicação do procedimento.

Além da saúde, essa tecnologia em municípios favorece as áreas sociais, do meio ambiente, educação, obras, esporte e etc.

Até mesmo a análise de produtividade dos funcionários pode ser acompanhada por meio desses aplicativos. Tudo isso faz com que os processos sejam 100% otimizados. 

Para isso, uma cidade 4.0 deve contar com dados e informações que permitam ver o município em sua integralidade, indicando informações de renda, saúde, escolaridade e muito mais.

O primeiro passo para se tornar uma cidade inteligente é ter uma gestão 4.0. E isso não precisa demandar dores de cabeça. Com o sistema e a tecnologia adequados, o município pode ter os dados necessários em poucos minutos, reconhecendo os cidadãos atendidos e projetando a melhor ação para o desenvolvimento sustentável. 

Saiba mais sobre a importância dos dados e das informações na gestão pública no eBook da IDS:

Dados no controle social

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